devorava os livros, e pensava que eles eram como árvores, como bicho, coisa que nasce. Não sabia que havia um autor por trás de tudo. Lá pelas tantas eu descobri que era assim e disse: 'isso eu também quero'. [...mas...]
Escrever memórias não faz meu estilo. É levar ao público passagens de uma vida.
A minha é muito pessoal." (
Clarice Lispector)